Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3

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Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3

Mensagem por LUIZTIAGOELUIANEURIEL em Qui Set 17, 2015 11:20 am

afro                 Batoré,um homem já de aparência cansada e mãos crespas por trabalhar sua vida toda na construção civil, sempre com um olhar distante pesando na vida, já cansado de ver tantas mentiras na televisão, de ver o governo falar que ta tudo bem que estão melhorando as ruas hospitais e postos de saúde, cansado de sua vida de "escravo" do governo, de ser obrigado a fazer tudo o que o governo queria e nunca receber nada em troca, os impostos aumentando, o dólar la em cima, tendo que sustentar mulher e filhos e pagando aluguel enquanto os governantes criando leis para beneficio próprio. Cansado de aguentar tudo calado decide organizar um movimento popular nas redes sociais contra o governo que finge que está tudo bem, não se importando com o povo.
                       Com data marcada para a manifestação passiva, milhares de pessoas do país inteiro se reúnem nos principais estados do Brasil, no meio da multidão por coincidência encontra seu melhor amigo de infância, Maomé, um homem de cabelo longo meio descontente com a vida, caminham juntos conversando sobre o que aconteceu nos últimos tempos em suas vidas, após tempos de passeatas pelas avenidas a policia a mando do governo tem ordens para afastar o povo das ruas, mas os manifestantes ficam indignados, pois estão lutando pelo seus direitos de ter os benefícios prometidos pelo governo, os policiais começam a atirar com balas de borracha e a jogar bombas de gás lacrimogêneo no povo para afasta-los das ruas e começa uma correria para todos os lados e gritaria, os policiais tratam todos como animais, as pessoas sem ter como se defender tentam resistir ao gás e os tiros recuam jogando pedras nos policiais e tudo que era pra ser passivo acaba se tornando em uma guerra. Batoré e Maomé se recusam a sair da rua e permanecem ajoelhados no asfalto pedindo paz e sua liberdade, os policiais treinados por ditadores dão um ultimo aviso.
Policiais: - Saiam ou seremos forçados a abrir fogo.
Batoré e Maomé respondem: - Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil!
Os policiais então trocam as armas com balas de borracha por armas de fogo e abrem fogo contra os dois com ordens de seus superiores a mando do governo. Ouve-se dois tiros e os dois caem no chão já sem vida. Morrem pelos seus ideais de serem livres de um país cada vez mais ditador.




Última edição por LUIZTIAGOELUIANEURIEL em Qui Out 01, 2015 11:17 am, editado 5 vez(es) (Razão : ')
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Re: Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3

Mensagem por Alanys e Maria em Qui Set 24, 2015 7:54 am

bem louco Smile

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Re: Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3

Mensagem por Thiers em Qui Set 24, 2015 9:28 am

Rapaz, tá ficando bom!

Seguinte: descreve o Maomé. Quando ele surge no texto, tá no meio das características do Batoré.

Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3 escreveu: Batoré,um homem já de aparência cansada e mãos crespas por trabalhar sua vida toda na construção civil junto com seu melhor amigo Maomé, sempre com um olhar distante pesando na vida

Ele aparece só como companheiro, mas não como um personagem independente. Acho que dedicar umas frase a ele cairia bem.
Outra coisa é ficar de olho na pontuação. A vírgula acelera o tempo e o ponto freia. Controle de tempo é um dos poderes do autor.
Enfim, eu fiquei curioso: e agora? Qual a reação dos policiais diante dos dois ajoelhados? E o resto dos manifestantes? Todos estavam lá pelo mesmo motivo?
E se surgisse um corte na narrativa, bem ali, em que aparece um homem de terno, de meia idade, fumando um charuto enquanto desliga o celular e resmunga algo sobre o povo?

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Re: Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3

Mensagem por Thiers em Qui Out 01, 2015 9:36 am

LUIZTIAGOELUIANEURIEL escreveu:Batoré e Maomé se recusam a sair da rua e permanecem ajoelhados no asfalto pedindo paz e sua liberdade, os policiais comovidos com a situação param de atirar e abaixam as armas pedindo desculpas por impedir o povo de querer ser livre e viver em um mundo melhor.

Só uma pergunta: vocês realmente acham que aconteceria isso? Acham mesmo que o pelotão de choque, composto por homens treinados pra seguirem os ditados dos superiores sem hesitação, iria esquecer as ordens e baixar as armas?
Vejam bem, o Romantismo diria que os rapazes morreriam por um ideal. O Realismo pensa em como as coisas são na realidade, na vida, ali fora, na rua.

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Re: Luiz Tiago, Luian e Uriel 2°3

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